O conceito de Aprender Fazendo em treinamentos corporativos

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É comum parte dos colaboradores das empresas declararem que o principal motivo que os faz permanecer na organização é o fato da empresa proporcionar oportunidades de crescimento profissional. Hoje em dia, com o mundo globalizado, é importante capacitar e desenvolver pessoas por meio de práticas inovadoras, que utilizem a tecnologia para engajar os colaboradores. As empresas devem criar condições de crescimento, com capacitação contínua, mas não devem se restringir apenas a cursos teóricos, com palestras cansativas e de pouco aproveitamento. A educação corporativa passa também pela ação, ou seja, o colaborador deve aprender fazendo.

Conceito Learn by doing

O Learning By Doing, ou Apender Fazendo, está intimamente relacionado ao autodesenvolvimento. As técnicas envolvem o ensino e aprendizado através de atividades experimentais. Com o processo Learning By Doing, os colaboradores constroem seus valores, conhecimentos e habilidades a partir de experiências, e o aprendizado é enraizado de forma consciente, enquanto a atividade é desenvolvida, praticada constantemente.

O conceito Learning By Doing diz respeito a tentar, arriscar, botar a mão na massa, buscar conhecimento em várias fontes, de várias formas, ativar a curiosidade, enfim, fazer.

Alguns pontos devem ser observados pela empresa e pelos gestores na aplicação desse processo de aprendizagem: o suporte de pares e gestores no uso de novas habilidades e inovação nas rotinas de trabalho é essencial para o sucesso do programa; os gestores devem calcular o risco quando expõem o colaborador a uma nova tarefa ou projeto, evitando assim frustração do colaborador e perda de efetividade para a companhia; a organização deve oferecer reconhecimento e recompensas não financeiras, bem como apoio ao risco e iniciativa; o ambiente deve proporcionar oportunidades para troca de experiências e contato com pessoas mais experientes.

Para colocar esse conceito em prática, os simuladores e os jogos, ferramentas da área de tecnologia educacional, encaixam-se perfeitamente.

Simuladores e Jogos para praticar

Para melhorar o engajamento dos colaboradores, a motivação da equipe e alcançar resultados mais satisfatórios, vale se utilizar de novas ferramentas capazes de favorecer o desempenho profissional, capacitar, inspirar dedicação e aumentar a performance de toda a equipe. Aí que entram os simuladores e jogos de treinamento. Essas soluções para treinamento e educação corporativa na gestão de negócios podem ser utilizados em diversos tipos de empresas.

Trata-se de tecnologias que oferecem excelentes condições para o desenvolvimento de vários aspectos humanos, tais como:

  •        Perceber e analisar o todo (visão sistêmica);
  •        Desenvolver estratégias;
  •        Trabalhar em equipe e tomar decisões em conjunto;
  •        Exercitar estratégias e visão voltada para o mercado;
  •        Assumir posições e desenvolver habilidades de liderança;
  •        Integrar conhecimento de diversas áreas;
  •        Tomar decisões em clima de incerteza e de risco;
  •        Perceber as consequências de decisões e se responsabilizar por elas;
  •        Analisar e interpretar relatórios financeiros, contábeis e gerenciais;
  •        Preparar para reagir rapidamente perante as mudanças.

Essas tecnologias visam treinar na prática o conhecimento tácito, aquilo que não está explícito em livros ou manuais. Com simuladores e games é possível fazer esse tipo de treinamento de maneira sistemática.

Diferenças entre Simuladores e Jogos

Os simuladores virtuais buscam recriar a realidade o mais próximo possível. O propósito de um simulador é colocar o colaborador na mesma situação que ele terá no dia a dia. Dessa forma, é possível fortalecer características profissionais como:

  • Conhecimento sobre o processo – saber por onde ir, entender o todo e as partes.

  • Perícia com um equipamento – criar habilidades para fazer com eficiência.

  • Comportamento em situações adversas – evitar riscos, reagir com precisão.

Exemplo de Simulador Virtual para desenvolver a perícia:

Já os Jogos digitais (serious games), ao contrário dos simuladores, não buscam recriar a realidade, mas sim utilizar características lúdicas para promover o aprendizado. O propósito de um jogo é colocar o colaborador em desafios onde suas competências profissionais serão usadas. Um jogo faz isso utilizando recursos como:

  • Conhecimento sobre o processo – saber por onde ir, entender o todo e as partes.

  • Perícia com um equipamento – criar habilidades para fazer com eficiência.
    Mecânicas – criando desafios com metas e regras para o colaborador vencer.

  • Participação voluntária – onde o aprendizado parte da ação do colaborador.

Você ficou interessado em praticar Learn by Doing e utilizar simuladores virtuais ou serious games na sua empresa? Então visite nosso site. Confira aqui.

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